Como gerar um hash MD5
- Escolha Texto ou Arquivo. Digite ou cole um texto e o MD5 aparece enquanto você digita, ou arraste um arquivo para a área indicada.
- Copie o MD5 na primeira linha dos resultados. Ele fica destacado para você achar num relance.
- Para verificar um checksum, cole o MD5 esperado no campo Comparar com um hash esperado. Você vê na hora se confere ou não.
- Ative Letras maiúsculas se precisar dos dígitos hexadecimais em maiúsculas.
Recursos
- MD5 em primeiro lugar, destacado no topo dos resultados, com SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 logo abaixo.
- Hash de texto ou de qualquer arquivo, de uma palavra curta até uma imagem de disco.
- Campo de comparação de checksum que ignora espaços e maiúsculas ou minúsculas.
- Barra de progresso enquanto arquivos grandes são processados, para você saber que não travou.
- Saída em maiúsculas ou minúsculas e um botão de copiar para cada hash.
- Entrada em UTF-8, então textos com acentos, ç ou em qualquer idioma geram sempre o mesmo MD5 que outras ferramentas padrão.
Por que usar o gerador de MD5 do Fileora
Conferir o checksum de um arquivo não deveria significar mandar o arquivo para um site. O Fileora calcula o MD5 no seu navegador com a biblioteca de código aberto spark-md5, processando o arquivo em pedaços no seu próprio aparelho. Nada é enviado, o que mantém documentos confidenciais em sigilo e faz arquivos grandes serem processados na velocidade do seu computador, e não da sua internet.
Não custa nada, não pede cadastro e funciona no Android e no iPhone tanto quanto no computador.
Se você está escolhendo um algoritmo para algo novo, prefira o gerador de SHA-256. Para ver os cinco algoritmos com o mesmo peso, abra o gerador de hash. E se o que você quer é transformar dados em texto legível, e não tirar uma impressão digital deles, a ferramenta certa é a de codificar Base64, não um hash.
Onde o MD5 ainda é útil
O ponto fraco do MD5 são as colisões fabricadas de propósito, não as acidentais. A chance de dois arquivos diferentes terem o mesmo MD5 por acaso é minúscula, então ele continua sendo uma impressão digital prática quando não há um atacante envolvido:
- Conferência de downloads e backups: muitos espelhos e sites de software mais antigos ainda publicam somas MD5 para confirmar que a transferência não corrompeu o arquivo.
- Encontrar arquivos duplicados: arquivos idênticos têm hashes idênticos, então comparar MD5 é um jeito rápido de achar cópias em uma pasta de fotos ou documentos.
- Chaves de cache e ETags: servidores web e ferramentas de build usam MD5 com frequência para detectar quando um conteúdo mudou.
- Sistemas legados que esperam um valor MD5 em um campo de API ou de banco de dados.
Onde o MD5 não deve ser usado
Evite MD5 para assinaturas digitais, certificados, software que precisa ser confiável contra adulteração e, principalmente, senhas. Um atacante consegue preparar dois arquivos com o mesmo MD5, e uma placa de vídeo comum testa bilhões de tentativas de senha em MD5 por segundo. Para integridade contra adulteração, use SHA-256; para senhas, use um algoritmo próprio para hash de senhas dentro da sua aplicação.