Como formatar e validar JSON
- Cole o seu JSON na caixa Seu JSON ou toque em Ver um exemplo para entender como funciona.
- Confira o status logo abaixo da caixa. JSON válido em verde significa que está tudo certo. Se houver erro, você vê a linha, a coluna e uma seta apontando o lugar exato.
- Escolha Formatar ou Minificar e, na formatação, defina a Indentação: 2 espaços, 4 espaços ou tabulação. Ative Ordenar chaves de A a Z se quiser as chaves em ordem alfabética.
- Copie ou baixe o resultado na caixa Resultado com os botões Copiar e Baixar .json.
Recursos
- Formatação instantânea enquanto você cola, sem precisar apertar botão.
- Mensagens de erro precisas, com número de linha e coluna e a linha problemática em destaque.
- Minificação para o JSON válido mais compacto possível.
- Indentação com 2 espaços, 4 espaços ou tabulação.
- Ordenação recursiva de chaves, ótima para comparar versões e revisar código.
- Tamanho antes e depois, para você ver quanto a minificação economiza.
- Copiar para a área de transferência e baixar como .json.
- Aguenta arquivos grandes sem travar a página.
- Abre arquivos .json soltos na caixa da página inicial do Fileora, já carregados no formatador.
Por que usar o formatador de JSON do Fileora
Quem trabalha com desenvolvimento costuma colar dados bem sensíveis em formatadores de JSON: respostas de API com dados de clientes, CPF e e-mail, JWTs, arquivos de configuração com segredos. Muitos formatadores online enviam tudo isso para um servidor. O Fileora não. Ele usa o leitor de JSON embutido no seu navegador, então os dados nunca saem do seu computador ou celular, e a página continua funcionando mesmo se a internet cair depois que ela carregar.
Também é rápido e sem poluição visual: entrada e saída lado a lado no notebook e uma embaixo da outra no celular. Não precisa de conta e não há limite diário.
Outras ferramentas úteis para devs no Fileora: transforme uma lista de registros em planilha com o conversor de JSON para CSV, compare duas respostas de API com a ferramenta de comparar textos ou leia o conteúdo de um token com o decodificador de JWT.
Erros de JSON mais comuns
O erro mais frequente é a vírgula sobrando depois do último item de um objeto ou array: o JavaScript aceita, o JSON não. Em seguida vêm as aspas simples: strings e chaves em JSON precisam de aspas duplas. Chaves sem aspas, como {nome: "x"}, também são inválidas.
Dentro de strings, quebras de linha e tabulações precisam ser escritas como \n e \t, e a barra invertida como \\. Isso pega muita gente que copia caminhos de pasta do Windows, como C:\Users, direto para um JSON.
Números também têm regras próprias: nada de zero à esquerda (0123), nada de ponto sobrando no final (10.) e nada de vírgula decimal. Em JSON, dez e meio é sempre 10.5, nunca 10,5, mesmo que no Brasil a gente escreva com vírgula. Por fim, o JSON não tem undefined, NaN nem comentários: use null para um valor ausente e remova os comentários antes de validar.